Conscientização
Simulamos ataques reais para identificar falhas humanas, fortalecer a conscientização e reduzir riscos financeiros, operacionais e reputacionais.
Sem compromisso. Retornamos em até um dia útil.
Empresas que confiam na BrownPipe
Conceito
Uma campanha de phishing é uma simulação controlada de tentativas de fraude, projetada para medir como colaboradores reagem a ataques reais e identificar pontos de melhoria.
Contexto
Mais de 80% dos incidentes de segurança começam com engenharia social.
Mesmo empresas com bons controles técnicos continuam vulneráveis quando um único colaborador clica, responde ou confia.
Com o avanço da Inteligência Artificial, ataques de phishing se tornaram mais frequentes, mais bem elaborados e mais difíceis de identificar. Campanhas de Phishing ajudam a treinar a percepção, testar reações reais e preparar a equipe para um cenário onde ataques evoluem constantemente, transformando o fator humano em uma linha de defesa ativa, e não em um ponto fraco.
Fraudes financeiras e boletos falsos
Sequestro de contas corporativas
Vazamento de dados pessoais (LGPD)
Acesso inicial para ataques mais graves (ransomware, invasões internas)
Momento certo
Após incidentes ou tentativas de fraude
Antes ou depois de treinamentos de segurança
Para atender auditorias, LGPD e exigências de clientes
Em ambientes com alta rotatividade de colaboradores
Como parte de um programa contínuo de conscientização
Metodologia
Não realizamos campanhas genéricas. Cada simulação é pensada para refletir o contexto real do seu negócio, aumentando a eficácia do teste e a aprendizagem da equipe.
Ataques personalizados por contexto da empresa
Simulações realistas (e-mail, mensagens, outros canais)
Campanhas contínuas e não previsíveis
Relatórios claros para gestão e compliance
Integração com treinamento e conscientização
Resultados
Colaboradores mais atentos identificam e reportam tentativas de golpe.
Equipe treinada evita compartilhar dados sensíveis com atacantes.
Métricas objetivas para demonstrar evolução em segurança.
Resultados reais direcionam capacitações mais efetivas.
Relatórios atendem exigências de compliance e regulatórias.
Conscientização contínua fortalece toda a organização.
Dúvidas frequentes
O trabalho tem cinco etapas. Na reunião inicial são solicitados os dados dos alvos, com nome, e-mail e cargo, amostras de e-mails internos da empresa, e são acertados os procedimentos técnicos necessários. Em seguida a BrownPipe faz um levantamento de informações sobre os alvos e sobre as relações da empresa com entidades externas. Com isso são construídas as campanhas, parte genéricas e parte customizadas, e feito o envio. Ao final, um relatório detalhado é entregue e apresentado em reunião específica. No programa completo, ou quando o workshop é contratado à parte, há ainda uma sessão de conscientização com a equipe.
Porque uma simulação convincente precisa parecer com o que aquela empresa realmente recebe. As amostras mostram como são os comunicados internos, que tom é usado, que assuntos circulam e como as mensagens legítimas se parecem. Sem isso, a campanha vira um e-mail genérico de fraude, que mede pouco porque é fácil demais de identificar.
Sim, e é o que diferencia uma simulação real de um disparo padronizado. A partir dos dados fornecidos pela empresa, fazemos levantamento sobre os alvos e sobre as relações da organização com fornecedores, parceiros e outras entidades externas. É o mesmo tipo de pesquisa que um atacante faria antes de montar uma fraude direcionada, e é justamente por isso que reproduz a ameaça real.
Não. Cada trabalho combina campanhas genéricas com campanhas customizadas, construídas a partir do levantamento. A criação também considera os eventos sazonais do período do contrato, como datas de grande volume de compras e fim de ano, e o contexto interno da empresa, como eventos e ações de comunicação em andamento. É exatamente nesses momentos que a fraude real aumenta, e é quando a simulação mede melhor.
Depende do objetivo. Uma campanha isolada dá uma fotografia do momento e serve para diagnóstico inicial. Mudança de comportamento exige repetição ao longo do tempo, e é por isso que o programa completo prevê oito campanhas. Na contratação avulsa, a empresa define quantas quer executar.
Na contratação avulsa, a empresa define o número de campanhas e o público de cada uma, e o workshop é contratado separadamente se desejado. O programa completo inclui oito campanhas e o workshop, com mapeamento detalhado do público e campanhas específicas para diferentes segmentos da organização, podendo chegar a abordagens individuais. Nessa modalidade, quando a equipe identifica oportunidades adicionais ao longo do trabalho, campanhas extras são executadas sem custo adicional.
Sim. O público pode ser toda a organização, áreas específicas como recursos humanos ou tecnologia, ou grupos menores como diretoria e gestores. No programa completo, o mapeamento permite descer até abordagens individuais quando faz sentido. A definição do público faz parte da contratação.
De 20 dias, para a contratação de uma única campanha, até 60 dias, para mais de quatro campanhas ou para o programa completo. O prazo cobre todas as etapas, do levantamento inicial à apresentação do relatório, e não apenas o envio das mensagens.
Sim, e isso é requisito, não opção. O objetivo do serviço é testar o comportamento das pessoas, não a eficácia das ferramentas de bloqueio. Se o filtro barra a mensagem antes de ela chegar, não há o que medir sobre a reação da equipe. A empresa recebe os domínios e endereços IP a liberar e faz a configuração antes do início.
Colaboradores com vínculo direto com a empresa contratante. Terceirizados, prestadores e pessoal de empresas parceiras ficam fora do escopo, porque testar alguém que não tem vínculo com quem contratou envolve uma relação que não é da contratante.
Um relatório detalhado com as campanhas executadas e os resultados obtidos, apresentado em reunião específica para esse fim. A apresentação existe porque relatório enviado por e-mail costuma ser lido pela metade, e a discussão dos resultados com quem decide é onde o trabalho vira ação.
É uma sessão on-line e ao vivo, de até duas horas, com a equipe indicada pela empresa, que pode ser a totalidade dos colaboradores. Nele as campanhas executadas são detalhadas, explicando o objetivo de cada uma e ensinando como identificar e evitar tentativas semelhantes. A sessão é gravada e a gravação fica disponível para quem não pôde participar. Está incluído no programa completo e pode ser contratado à parte na modalidade avulsa.
Porque a equipe acabou de passar por elas. Mostrar o e-mail que circulou naquela empresa, com os nomes e o contexto daquela empresa, e discutir por que ele funcionou, tem efeito diferente de apresentar um exemplo abstrato de fraude. O workshop acontece depois das campanhas justamente por isso.
Punição é decisão da organização e envolve política interna e áreas que não são a nossa. O que afirmamos tecnicamente é que o objetivo do trabalho é diagnóstico, e que o resultado serve para orientar o treinamento seguinte. Quem clica em uma campanha construída com pesquisa sobre a empresa não foi descuidado; reagiu a uma mensagem desenhada para ser convincente. Programas que punem tendem a reduzir a disposição das pessoas de relatar um phishing real, que é o comportamento que mais interessa preservar.
Uma única campanha pode evitar prejuízos muito maiores causados por fraudes e incidentes.
Para aprofundar
Conteúdo revisado em
Fale conosco